Sonhando com reforço

http://www.futnet.com.br/

 

 

http://www.futnet.com.br/post/2017/01/02/sonhando-com-reforco-de-presente-cruzeiro-festeja-96-anos-de-fundacao/

 

Publicada em 02/01/2017, às 08:35

Sonhando com reforço de presente, Cruzeiro festeja 96 anos de fundação

Thiago Neves e Marcelo Moreno são nomes que circulam nos bastidores da Toca; diretoria trabalha em silêncio para tentar anunciar contratação no aniversário do clube

Facebook

Twitter

Thiago Neves é um dos nomes que podem reforçar o Cruzeiro em 2017 (Foto: Reprodução / Twitter)

Dono de uma das maiores torcidas do Brasil e de uma extensa galeria de troféus, o Cruzeiro Esporte Clube comemora 96 anos nesta segunda-feira. Fundado pela colônia italiana de Belo Horizonte, no dia 2 de janeiro de 1921, o clube cresceu e se tornou uma potência conhecida em todo o mundo. A data pode marcar a oficialização de mais um reforço para a temporada cruzeirense.

Antes do Natal, o presidente do clube, Gilvan de Pinho Tavares, prometeu anunciar um presente para a torcida. Sem dar pistas, a torcida vive a expectativa pelo anúncio do reforço. Os nomes especulados são o meia Thiago Neves, que está no futebol dos Emirados Árabes Unidos, e o atacante Marcelo Moreno, que teve o contrato com o Changchun Yatai, da China, encerrado no dia 31 de dezembro.

A diretoria mantém sigilo sobre as negociações e só deve se manifestar quando houver garantias concretas do negócio. Por enquanto, o clube confirmou a chegada do zagueiro equatoriano Luís Caicedo, que vem do Independiente del Valle, do lateral Diogo Barbosa, ex-Botafogo, e do volante Hudson, que estava no São Paulo.

Leia Mais
– Com proposta ofensiva, Cruzeiro inicia busca pelo bicampeonato da Copinha
– Presidente do Cruzeiro vê time fechado, mas não descarta novos reforços
– Cruzeiro monta elenco forte, e Mano terá que quebrar a cabeça em 2017
– Por que Cruzeiro ainda não confirmou contratação de Thiago Neves
– Leia mais notícias sobre Cruzeiro em www.futnet.com.br/cruzeiro

Fundado em 1921, o primeiro nome do Cruzeiro foi Societá Sportiva Paletra Itália. Por ser frequentado por italianos, que, na época, tinham condições de vida precárias e trabalhavam como comerciantes, artesãos e operários, o clube logo chamou a atenção das camadas mais humildes da população belo-horizontina, que não encontravam espaço nas outras agremiações da capital mineira. Isso fez com que o Palestra deixasse de ser um clube da colônia italiana e passasse a ser também dos brasileiros.

O rompimento de relações diplomáticas do Brasil com a Itália, durante a Segunda Guerra Mundial, em 1942, fez com que o Palestra Itália passasse a se chamar Cruzeiro Esporte Clube. O nome foi inspirado na constelação austral que está na bandeira do Brasil. A popularidade do clube seguiu em alta, e o número de torcedores em expansão, porém em menor volume que os de Atlético-MG e América-MG, os dois rivais de Belo Horizonte. Até que um fator mudou para sempre a história do Cruzeiro.

Inauguração do Mineirão

A construção do Mineirão coincidiu com a montagem de um dos maiores times do futebol brasileiro em todos os tempos. Tostão, Dirceu Lopes, Piazza, Natal e Raul formaram uma equipe fantástica, que conquistou Minas Gerais e o Brasil, com direito a uma inesquecível goleada por 6 a 2 sobre o Santos, de Pelé, Carlos Alberto e companhia.

Em 11 anos, o Cruzeiro conquistou nove Campeonatos Mineiros. A boa fase teve o auge em 1976, já com uma nova geração, que tinha Palhinha, Joãozinho e Nelinho. O clube venceu a Libertadores da América, pela primeira, ao bater o River Plate, da Argentina, na final.

Nova era de conquistas

Após uma década complicada, com apenas dois títulos estaduais, o Cruzeiro voltou a brilhar. Entre 1990 e 2004, viveu seu período mais glorioso, conquistando pelo menos um troféu por ano. Neste período, o time venceu outra Libertadores (1997), duas Supercopas da Libertadores (1991 e 1992), uma Copa Master (1995), uma Copa Ouro (1995), um Brasileirão (2003), quatro Copas do Brasil (1993, 1996, 2000 e 2003), uma Copa Centro-Oeste (1999), duas Copas Sul-Minas (2001 e 2002), um Supercampeonato Mineiro (2002), duas Copas dos Campeões Mineiros (1991 e 1999) e oito Campeonatos Mineiros (1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2003 e 2004).

Os títulos constantes fizeram com que o Cruzeiro passasse a ter a maior torcida de Minas Gerais, e a maior fora do eixo Rio-São Paulo.

Presente e futuro

O bicampeonato brasileiro, em 2013 e 2014 foram os últimos momentos de brilho do Cruzeiro, que passou 2015 e 2016 em branco. O sonho da torcida é que o ano que começa seja, novamente, de grandes títulos.

Fonte: GloboEsporte
Clique para ver a matéria no site fonte